25.8.09

Escola X Presídio


Escola X Presídio

Aparentemente as duas palavras se opõem multuamente. Mas creio que exista uma íntima relação entre elas ... diga-se de passagem, uma relação excludente.
Creio que um Governo sério, que pretende de fato mudar a realidade perversa de nossa sociedade, não pode adotar medidas paternalistas e muito menos falsas políticas de inclusões, o que na verdade precisa ser combatido é o que gera a exclusão social.
O caminho para uma mudança radical e total é a Educação. Precisamos investir em Educação através da valorização do magistério, construções e instrumentalização de Escolas, e com certeza teremos que construir menos presídios.
Os cariocas e fluminenses precisam de SALAS de aula e não de CELAS de detenção.
A equação é simples:
Mais Escolas = menos presídios
Mais Salas = menos celas.
Mais Educação = mais Cidadania.

31.7.09

Por
Vanderlei de Barros Rosas


Navegando e Criando na Internet
Situação problema
Sua escola montou um laboratório de informática, tendo a preocupação de equipá-la com Internet banda larga porque acredita no potencial dessa tecnologia para ampliar o universo do conhecimento de seus alunos. Os professores se reuniram e decidiram realizar um projeto que envolvesse a cultura da pesquisa. Ao final do bimestre, na reunião pedagógica, houve um debate sobre alguns problemas que se apresentaram nos trabalhos entregues pelos alunos: cópia de trabalhos na íntegra da Internet, trabalhos idênticos na mesma turma, cópia de trechos inteiros sem referência à fonte, conteúdo duvidoso ou errado, além disso, sentiram que os alunos ficavam meio perdidos sobre qual site escolher para coletar a informação, surgindo também problemas de acesso a sites indevidos. Os professores ficaram muito preocupados, questionaram-se sobre o papel da Internet na escola e resolveram rediscutir sua ação.

A Cultura do Ctrl C e Ctrl V
“Nada se cria… tudo se copia”.

A questão problema não é nova, apenas dispõe de novas tecnologias para sua expressão.
Penso que a questão não seja a forma com que a pesquisa é feita, mas como a pesquisa é solicitada, ou seja, é uma questão de enquadramento.

Ainda não temos a cultura da pesquisa e pesquisação. Ainda estamos presos a algumas idéias culturais, e muitas vezes são falaciosas, que impedem que haja uma evolução quantitativa e qualitativa na educação, do tipo.

... “quem não cola... não sai da escola”... “cola é uma forma de estudo!”...
“afinal, todo mundo já colou uma vez ... todo mundo faz... vou fazer também ...”

Vivemos num país onde “nada se cria... tudo de copia”, e o pior de tudo se copia errado... pior que isso só produto paraguaio...

Educação tem que vir seguido de ética e cidadania, portanto mais do que mudança comportamental, precisamos resgatar a necessidade de uma mudança de mentalidade. Mas o que podemos fazer de prático, já que na prática nossos alunos usam o recurso da internet indevidamente?

I - Estratégias para desenvolver competências e habilidades de pesquisa

Quando trabalhamos com educação precisamos entender que a conscientização é a via régia.

Aplico a palavra “conscientização”, não no sentido de convencimento ou persuasão, mas no sentido de tornar o aluno consciente da realidade que o cerca, a partir de sua própria leitura consciente do mundo... consciente de si, do outro e do mundo.
Nos dizeram que deveríamos estudar, mas não nos explicaram como fazer isso...

Uma boa proposta de aula é ensinar o nosso aluno a aprender a ler o mundo e os textos escritos através dos instrumentos do filosofar. (ARANHA, 2000) 1ARANHA, Maria Lúcia. Temas de filosofia. Autoras. Maria Lúcia de Arruda aranha e Maria Helena Pires Martins. Ed. Moderna, 2a edição 2000. p.11 -26

Explicar que a leitura de mudo é uma leitura da vivência de cada um através da sua percepção pessoal da realidade que o cerca, bem como sua subjetividade, que é confrontada com a subjetividade do outro.

Expor ao aluno que vivemos numa sociedade que foi construída historicamente num processo de encontro e desencontros de idéias, que nossos conceitos sociais e pessoais são construções históricas.

Mostrar ao nosso aluno que um texto (tecido) é uma construção complexa (trama), passando da leitura emocional a leitura racional.
Na leitura emocional envolvemos nossas emoções como critério de gosto, Já na leitura racional estabelecemos etapas de entendimento: sentido denotativo, sentido conotativo, problematização e crítica.

Após este processo de entendimento da leitura precisamos ensinar nosso aluno regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas e suas aplicações no processo de pesquisa, desde a elaboração do projeto de pesquisa, coleta de dados através de fichamentos, análise e seleção destes dados, até a produção do texto, em especial na editoração, onde existem regras bem rígidas (e chatas) sobre a formatação dada ao trabalho final (fichamento, artigo, monografia, dissertação ou tese).

II - Relação ética com o conhecimento produzido por outros autores.
A questão dos direitos autorais deve ser bem trabalhada entre nossos alunos (discentes) e principalmente entre os docentes.

Nossos alunos precisam pensar suas práticas e vivências sociais a partir da realidade que os cerca diante dos instrumentos disponíveis para perceber os processos históricos envolvidos.

As normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) estão disponíveis na internet através do link http://www.abnt.org.br/default.asp?resolucao=1024X768

Questões a serem postadas e discutidas no blog.

1. Qual a questão originária do problema das pesquisas copiadas dos livros, internet e outras fontes?
2. Quais as possíveis soluções por parte do professor para evitar os trabalhos “colados” ?
3. Como motivar nossos alunos em sua criatividade e produção científica ?
4. Como nosso aluno pode realizar atividades criativas e científicas de qualidade, diante das limitações e possibilidades que se apresentam na escola pública ?
5. Apresente sugestões de links e softwares educacionais que viabilizam a produção criativa e cientíca de nossos alunos.
6. Apresente suas questões pra´ticas e posturas diante dos trabalhos copiados da internet apresentados por seus alunos.

11.4.09

As bem aventuranças do(a) Professor(a)

1. Bem aventurado(a) o(a) Professor(a) que entrega as suas provas para reprodução nas datas previstas.
2. Bem aventurado(a) o(a) Professor(a) que entrega as notas na Secretaria antes ou no dia do Conselho de Classe.
3. Bem aventurado(a) o(a) Professor(a) que chega na sala de aula antes dos alunos.
4. Bem aventurado(a) o(a) Professor(a) que não permite que os alunos entrem em sala após 15 minutos do início das aulas.
5. Bem aventurado(a) o(a) Professor(a) que termina o último tempo de aula ao tocar do último sinal.
6. Bem aventurado(a) o(a) Professor(a) que participa de todas as reniões pedagógicas, principalmente do Conselho de Classe.
7. Bem aventurado(a) o(a) Professor(a) que quase não falta, e quando falta trás seu atestado médico.
8. Bem aventurado(a) o(a) Professor(a) que mantém seu diário bem organizado, com lançamentos de presenças, faltas e matérias dadas.
9. Bem aventurado(a) o(a) Professor(a) que não atende celular e nem fuma em sala de aula.
10. Bem aventurado(a) o(a) Professor(a) que sempre deixa sua pasta no armário da escola para a comunicação com o Serviço de Orientação Pedagogica.

18.12.08

Vanderlei de Barros Rosas
Psicólogo Clínico – CRP 05/37041
Professor Docente I - LP.9400350

Filosofia, Sociologia e História (EF e EM).
E-mail : vanderleirosas@yahoo.com.br
Telefones: Cel. 9349 3608
Formação:
1. Pós-Graduação em Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) - UFRJ (em curso) Ambiente E-proinfo.
2. Graduado em Psicologia pela Universidade Estácio de Sá – 2008.
3. Pós-graduado em Educação Religiosa pelo Instituto Batista de Educação Religiosa – 1993.
4. Bel e LP em Filosofia (Univ. do Estado do Rio de Janeiro ) –UERJ– 1991.
5. Pós-graduado em Teologia - Centro Evangélico de Missões – 1989.
6. Especialização em Capelania Hospitalar - STBSB em convênio com o Hospital Evangélico do Rio de Janeiro - 1987
7. Bel em Teologia (Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil) – 1987.

Estágio

1. SPA – Atendimento clínico com abordagem Psicanalítica. (1o semestre/2007)
2. SPA – Atendimento clínico com abordagem Existencial (2o semestre/2007)

Cursos
1. Curso de Perícia Judicial (Prof. Rui Juliano-RS) - Perícia Judicial on Line (Jan/09)
2. Curso de Formação para Orientadores Tecnológicos. SEE/NTE Rio 2006.
3. Curso de Formação Continuada para Coordenadores Pedagógicos SEE/UFRJ em 2005.
4. Curso de Gestão Escolar para Diretores Escolares SEE/FESP. 1996 e 2008.

Experiência Profissional
1. Secretaria de Estado de Educação. Mat.5018571-9.
1.1. Colégio Estadual Brigadeiro Schorcht (1998- até a presente data).
Professor de Filosofia, Sociologia e História.
Coordenador Pedagógico e Orientador Educacional .
1.2. Colégio Estadual Compositor Luiz Gonzaga (2002 e 2003).
Professor de Filosofia.
1.3.CIEP – 432 GP Alberto Cavalcanti – (1993-1998)
Professor de Filosofia, Sociologia e História.
Orientador e Coordenador Pedagógico.
1.4. Colégio Estadual João Batista de Mattos (1986-87 e 98).
Professor de Educação Religiosa e Filosofia.
1.5. Colégio Estadual Carmela Dutra (1986-87).
Professor de Ensino Religioso.

2. Colégios Particulares.
2.1. Colégio Baronesa – Taquara (2003).
Professor de Filosofia e Sociologia.
2.2. Colégio Charles de Gaulle – Taquara (2001 e 2002).
Professor de Filosofia e Orientação Vocacional.
2.3. Instituto Batista de Educação Religiosa – Tijuca (1993 – 1998).
Professor de Filosofia e Filosofia da Educação (3o grau).

26.11.07

Ensino Religioso nas Escolas

O Ensino Religioso nas Escolas

O fato de haver preconceitos não justifica a implantação da disciplina Ensino Religioso nas Escolas.
Infelizmente a escola não cumpre nem com o seu papel de transformação sócio-cultural, quanto mais resolver problemas de ordem espiritual e ou emocional.
Até porque as igrejas (confissões religiosas) fazem seus proselitismos e divulgam suas doutrinas e ideologias.
O que não podemos fazer é transferir responsabilidades e principalmente atestar incompetência institucional, seja familiar ou eclesiástica, delegando à Escola o papel de ambas ...
Vamos discutir este assunto ....
Artigos publicados on line sobre o Ensino Religioso nas Escolas

17.10.07

Turma 1001 - Calendário de apresentação do trabalho sobre ética


Colégio Estadual Brigadeiro Schorcht
Aula de Filosofia
Prof.Vanderleirosas

Turma
Programa de curso do 4º bimestre 2007
  • O que é ética
  • A ética no contexto familiar
  • A ética na construção da cidadania
  • Apresentação de seminário sobre ética

Orientações sobre a apresentação escrita e dramatizada do trabalho

  1. Capa
  2. Introdução
  3. Breve biografia do autor
  4. Contexto histórico
  5. Resumo das principais idéias

Referências Bibliográficas. (sugestões)

Os pensadores – Editora Abril Cultural
Marilena Chauí – Convite à Filosofia – Ed. Ática
Maria L. Arruda. Filosofando – Ed. Ática
WEB – (site de busca: google, cadê, yahoo)
No orkut Vanderlei Rosas tem vídeos do youtube

Trabalho sobre Ética


Grupo 1 - A ética em Epícuro: A Ética da felicidade
Dia da apresentação:


Grupo 2 – A ética Estóica: A Ética do distanciamento
Dia da apresentação:

Grupo 3 – A ética em Aristóteles: A Ética da virtude
Dia da apresentação:

Grupo 4 – A ética em Santo Agostinho: A Ética Cristã
Dia da apresentação:

Grupo 5 – A ética em Maquiavel: A ética teleológica (ética dos fins)

Dia da apresentação

Grupo 6 - A ética em Espinoza: A Ética geométrica
Dia da apresentação:

Grupo 7 – A ética em Nietzsche: A Ética dos valores
Dia da apresentação:


Grupo 8 – A ética em Kant: A Ética do Dever
Dia da apresentação:

Grupo 9 – A ética em Foucault: A Ética do poder
Dia da apresentação:

4.9.07

O que é o conhecimento

Texto linkado
http://www.mundodosfilosofos.com.br/vanderlei22.htm

O que é a Globalização

Texto linkado
http://www.mundodosfilosofos.com.br/vanderlei5.htm

Os novos paradigmas da Educação

Texto Linkado
http://www.mundodosfilosofos.com.br/vanderlei.htm

O que é cidadania

Texto Linkado
http://www.mundodosfilosofos.com.br/vanderlei7.htm

A linguagem do corpo

Texto linkado
http://www.mundodosfilosofos.com.br/vanderlei17.htm

O que é um planejamento.

Texto linkado

http://www.mundodosfilosofos.com.br/vanderlei16.htm

A lógica

Colégio Estadual Brigadeiro Schorcht
Aula de Filosofia
Prof.Vanderleirosas

I – TEMA:
O nascimento da Lógica

II – Competências e habilidades
O aluno deverá ser capaz de:
1. Conceituar o que é lógica, bem como explicar sua origem no contexto grego.
2. Identificar os elementos da lógica no uso do raciocínio correto.

III – ATITUDE
1. O que é lógica?
1.1. Lógica é a ciência das leis formais do pensamento verdadeiro (Sevons)
1.2. Lógica é a ciência da demonstração (Aristóteles)
1.3. Lógica é a ciência das operações mentais necessárias à estimação de provas (Hamilton)
1.4. Lógica é a ciência que dirige os atos da razão na investigação da verdade (Stuart Mill)
1.5. Lógica é a ciência das leis do pensamento e arte de aplicá-las corretamente e à demonstração da verdade (Karl Jasper)
1.6. Lógica é a arte que nos faz proceder, com ordem, facilmente e sem erros, no ato próprio da razão (Jacques Maritain).

2. O nascimento da lógica
Os Aedos (poetas gregos)
Século VI aC
Heráclito (Lógica da ambigüidade)
Parmênides (Lógica da univocidade)
A verdade pré-platônica
Século IV aC.
Platão
Aristóteles

3. Característica da lógica
3.1. Instrumental – É o instrumento do pensamento para pensar corretamente e verificar a correção do que está sendo pensado.
3.2.Formal – Preocupa-se apenas com a forma pura e geral dos pensamentos, expressa através da linguagem.
3.3. Propedêutica – É o que devemos conhecer antes de iniciar uma investigação ou filosofia.
3.4. Normativa – Fornece princípios, leis, regaras e normas que todo pensamento deve seguir se quiser ser verdadeiro.
3.5. Doutrina de prova – Estabelece as condições e os fundamentos necessários de todas as demonstrações.
3.6. Geral e temporal – As formas do pensamento, seus princípios e suas leis não dependem do temo e do lugar, nem das pessoas e circunstâncias, mas são universais e imutáveis como a própria razão.

4. O Silogismo
O raciocínio é uma operação do pensamento realizada por meio de juízos lingüísticos e logicamente pelas proposições encadeadas, formando um silogismo. Raciocínio e silogismo são operações mediadas que só conhecemos alguma coisa (conclusão) por meio ou pela mediação de outras coisas. O Silogismo possui três características principais: Mediato, dedutivo e necessário. O Silogismo é constituído por três proposições: A premissa maior, a premissa menor e a conclusão.

5 . Proposição
Uma proposição é constituída por elementos que são seus termos. Aristóteles define os termos ou categorias como aquilo que serve para designar uma coisa. Há dez categorias ou termos: Substância, quantidade, qualidade, relação, lugar, tempo, posição, posse, ação e paixão ou passividade. As categorias ou termos indicam o que uma coisa é ou faz ou como está.
As categorias possuem duas propriedades lógicas: A extensão (conjunto de objetos designados por um termo ou uma categoria) e a compreensão (conjunto de todos os seres que podem ser designados).
Quanto maior a extensão de um termo, menor sua compreensão e quanto maior a compreensão menor a extensão. Essa distinção permite classificar as categorias em três tipos: a) Gênero, b) Espécie e c) Indivíduo.
Na proposição as categorias ou termos são predicados atribuídos a um sujeito. O sujeito (S) é uma substância; os predicados (P) são as propriedades atribuídas ao sujeito; A atribuição ou predicação se faz por meio do verbo de ligação.
A proposição é um discurso declarativo que anuncia ou declara verbalmente o que foi pensado e relacionado pelo juízo.
A proposição reúne ou separa verbalmente o que o juízo reuniu ou separou mentalmente.
Do ponto de vista do sujeito, existem dois tipos de proposições: existencial e predicativa.
Segundo a quantidade e a qualidade as proposições se dividem em: Afirmativas e negativas.
Segundo o ponto de vista da quantidade as proposições se dividem em: Universais, particulares e singulares.
Segundo o ponto de vista da modalidade as proposições podem ser: Necessárias, impossíveis e possíveis.
A proposição está submetida a três princípios lógicos: Identidade, não-contradição e terceiro excluído.
Segundo o ponto de vista da relação, as proposições podem ser classificadas: Contraditórias, contrárias e subalternas.

IV – Atividades de exercido de Lógica
1. Exercício 1 de lógica.
Três casais vivem felizes numa cidade. Com base nas dicas abaixo, tente descobrir o nome de cada marido (Carlos, Luiz e Paulo) e profissão de cada um (médico, engenheiro e advogado) e o nome de suas respectivas esposas (Lúcia, Patrícia e Maria).
a) O médico é casado com Maria
b) Paulo é advogado
c) Patrícia não é casada com Paulo
d) Carlos não é médico


2. Exercício 2 de lógica
Um detetive, querendo descobrir quem roubou um banco, conversou com cinco suspeitos, todos funcionários do Banco. Eram: Lucinda, Jair, Deodoro, Talita e Marcondes. O detetive anotou três afirmações de cada um deles:
I – Lucinda disse:
a) Eu não roubei o banco;
b) Eu nunca roubei nada em minha vida;
c) Talita é a culpada.
II - Jair disse:
a) Eu não roubei o banco;
) Minha família é rica o suficiente e eu já tenho meu próprio dinheiro;
c) Marcondes sabe quem roubou o banco.
III – Deodoro disse:
a) Eu não roubei o banco;
b) Eu não conhecia Marcondes antes de começar a trabalhar no banco;
c) Talita é a culpada
IV – Talita disse:
a) Eu não sou a culpada;
b) Marcondes roubou o banco.
c) Lucinda está mentindo quando diz que eu roubei o banco;
V – Marcondes disse:
a) Eu não roubei o banco;
b) Jair é o culpado;
c) Deodoro pode depor a meu favor porque ele me conhece desde pequeno.
Mais tarde cada um admitiu que duas de suas afirmações eram verdadeiras e uma era falsa. Como o detetive pode desvendar o crime?
Afinal, quem roubou o banco?


Referência Bibliográfica:
CHAUI, Marilena. Filosofia – Série novo ensino médio/ Ática.

A guerra do fogo

A guerra do fogo
de Jean-Jacques Annaud
Texto em francês.

Il y a 80.000.000, se levait l'aube de l'humanité.
L'homme pré-historique savait conserver le feu offert par les Lasards de la nature: foudre, éruptions vocaniques.
Mais il ne sevait pas le créer artificiellement.
Ce feu, pour nous si banal, ét ait l'enjeu de rivalité impitoyabes.
Em ces ages farouches, le fere assurait la survie de notre espèce.
Il servat à l'homme pour se protéger des froids terribles des glaciations, écarter lês animaux féroces, cuire les viandes.
Lês hordes s'organi sa ient autour de su claire puissance bienfaitrice.
Ceux que le possédaint possédaint la vie

Tradução

Há oitenta milhões de anos levantava-se a alvorada da humanidade.
O homem pré-histórico aprendia conservar o fogo produzido pelos acasos da natureza: Raio e erupções vulcânicas.
Mas ele não sabia o criar artificialmente.
Este fogo, para nós tão banal, era o motivo de rivalidades implacáveis nestes anos selvagens, o fogo assegurava a sobrevivência da nossa espécie.
Ele servia ao homem para se proteger de frios terríveis, glaciações, afastar os animais ferozes, cozer as carnes.
As hordas (sociedades) se organizavam em torno do conhecimento do claro poder benfeitor.
Aqueles que o (o fogo) possuíam, possuíam a vida.